
Tive a oportunidade de assistir, na semana passada, ao ensaio geral da ópera "Das Märchen", composta por Emmanuel Nunes, em cena no Teatro Nacional de São Carlos.
Entrei na sala sem grandes expectativas e de lá saí , no intervalo, ponderando se valeria a pena assistir à segunda parte. Decidi que sim e resisti, estóica, até ao fim!
Eu adoro ópera , embora não possa dizer que sou especialista na matéria, e gosto igualmente de coisas novas. Sou feliz quando, mesmo não compreendendo racionalmente uma obra, consigo tirar dela uma sensação, quando ela me abre mais uma porta da imaginação. Não posso excluír o espectáculo " Das Märchen" desse grupo de obras, no entanto, também não posso dizer que não me aborreceu, a certa altura...
A encenação é, na minha opinião, o melhor do espectáculo. A música é o pior : suportável durante as primeiras duas horas e depois, se não se quiser enlouquecer, o melhor é saír, ou abstraír-se, para poder aproveitar o restante espectáculo, cheio de cantores, actores , bailarinos, acrobatas, cenário, figurinos adereços e iluminação...!
Ainda assim, que me desculpem os apreciadores (porque os há, embora, segundo o que pude deduzir da quantidade de gente que resistiu até ao final da récita, não sejam muitos...), mas penso que não se justifica a subida de tal obra à cena do único teatro de ópera do país, e o dispêndio de uma verba tão elevada como a que está por detrás de um espectáculo destes, para que tão poucos se alegrem com isso.
Entrei na sala sem grandes expectativas e de lá saí , no intervalo, ponderando se valeria a pena assistir à segunda parte. Decidi que sim e resisti, estóica, até ao fim!
Eu adoro ópera , embora não possa dizer que sou especialista na matéria, e gosto igualmente de coisas novas. Sou feliz quando, mesmo não compreendendo racionalmente uma obra, consigo tirar dela uma sensação, quando ela me abre mais uma porta da imaginação. Não posso excluír o espectáculo " Das Märchen" desse grupo de obras, no entanto, também não posso dizer que não me aborreceu, a certa altura...
A encenação é, na minha opinião, o melhor do espectáculo. A música é o pior : suportável durante as primeiras duas horas e depois, se não se quiser enlouquecer, o melhor é saír, ou abstraír-se, para poder aproveitar o restante espectáculo, cheio de cantores, actores , bailarinos, acrobatas, cenário, figurinos adereços e iluminação...!
Ainda assim, que me desculpem os apreciadores (porque os há, embora, segundo o que pude deduzir da quantidade de gente que resistiu até ao final da récita, não sejam muitos...), mas penso que não se justifica a subida de tal obra à cena do único teatro de ópera do país, e o dispêndio de uma verba tão elevada como a que está por detrás de um espectáculo destes, para que tão poucos se alegrem com isso.

2 comentários:
Olá rapariga loura-que-não sei-quem-é-mas-que-pelos-vistos-me-conhece,
desejo-lhe as maiores felicidades para este espaço e desde já me confesso visita, a partir de agora, regular. Não vi Das Märchen, mas diz quem viu que o senhor quis pomposamente meter o Rossio na Rua da Betesga com o resultado de a coisa se tornar intragável. Com tanta ópera boa que por aí há...
E eu sou fã absoluta de ópera, se bem que a minha última experiência tenha sido uma catástrofe: fui ao mesmíssimo S. Carlos ver o Rigoletto e saí antes do intervalo. Não há direito de assassinar Verdi daquela maneira...
Beijinhos
Agora já sei quem é...
Beijinhos
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