sábado, 5 de abril de 2008
O Bom Cantor
Este é Simon Órfila. Interpreta -maravilhosamente!- uma ária da ópera " L'Elisir D'Amore ", de Gaetano Donizetti, na pele de Dulcamara.
Esta é a cena em que Dulcamara - "grande médico (...) conhecido no Universo e... e... e noutros lugares" - chega à aldeia , onde vivem as personagens principais do enredo que se encontram "desencontradas" no que ao amor diz respeito, trazendo na bagagem um elixir cujas virtudes enumera. Alega que um frasquinho daquele extraordinário elixir cura desde males de fígado, passando pela diabetes, até aos males de amor.
Na verdade,apesar da sua composição duvidosa, o elixir, acaba por produzir efeitos espantosos na vida dos aldeões e dos protagonistas.
Descobri este vídeo, por acaso, numa das minhas visitas ao YouTube e gostei tanto da interpretação deste senhor, que decidi partilhá-la convosco. Aqui fica, para quem acha que os cantores de ópera são todos canastrões, uma réstea de esperança. =)
Se quiserem ler a letra,vão ao YouTube!
sábado, 9 de fevereiro de 2008
sexta-feira, 8 de fevereiro de 2008
A mulher do saco

Minha gente!
É só para lembrar que, segundo as estatísticas que consultei, circulam no Mundo, anualmente, entre quinhentos biliões e um trilião de sacos de plástico.
Estes saquinhos que tão frequentemente trazemos do hipermercado (da frutaria, da mercearia, do talho, da farmácia, da papelaria, da livraria, da loja de roupa, da sapataria, etc...) são fabricados em polietileno ou polipropileno e podem demorar até quatrocentos anos a decompor-se, dependendo da frequência e intensidade da sua exposição a forças naturais como o sol e a chuva.
Alguns países, como a República da Irlanda, a Alemanha e, mais recentemente, a China, já tomaram medidas para reduzir o desperdício destes úteis, mas poluentes sacos. Em Portugal, só algumas cadeias de supermercados começaram a cobrar alguns cêntimos pelos sacos de plástico, e, parece-me, a medida já vai surtindo algum efeito... Mais que não seja por ter despertado algumas consciências adormecidas!
Bem, o que mais interessa é que todos podemos ajudar a resolver isto sem grande esforço. Basta, para isso, que façais aqui como a rapariga: investi em alguns sacos de pano, ou mesmo de plástico resistente (eu cá tenho uns da Reisenthel http://www.reisenthel.com/ que até dá gosto usar!) e trazei sempre um convosco, para o que der e vier; se tiverdes mesmo de utilizar alguns sacos de plástico (quase) descartáveis, tentai reutilizá-los.
É tããão fácil!!! Mas pode fazer tanta diferença!Vá lá, não sejais preguiçosos! Primeiro, estranha-se, mas depois entranha-se...
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Sacos de plástico
terça-feira, 29 de janeiro de 2008
" O Conto "

Tive a oportunidade de assistir, na semana passada, ao ensaio geral da ópera "Das Märchen", composta por Emmanuel Nunes, em cena no Teatro Nacional de São Carlos.
Entrei na sala sem grandes expectativas e de lá saí , no intervalo, ponderando se valeria a pena assistir à segunda parte. Decidi que sim e resisti, estóica, até ao fim!
Eu adoro ópera , embora não possa dizer que sou especialista na matéria, e gosto igualmente de coisas novas. Sou feliz quando, mesmo não compreendendo racionalmente uma obra, consigo tirar dela uma sensação, quando ela me abre mais uma porta da imaginação. Não posso excluír o espectáculo " Das Märchen" desse grupo de obras, no entanto, também não posso dizer que não me aborreceu, a certa altura...
A encenação é, na minha opinião, o melhor do espectáculo. A música é o pior : suportável durante as primeiras duas horas e depois, se não se quiser enlouquecer, o melhor é saír, ou abstraír-se, para poder aproveitar o restante espectáculo, cheio de cantores, actores , bailarinos, acrobatas, cenário, figurinos adereços e iluminação...!
Ainda assim, que me desculpem os apreciadores (porque os há, embora, segundo o que pude deduzir da quantidade de gente que resistiu até ao final da récita, não sejam muitos...), mas penso que não se justifica a subida de tal obra à cena do único teatro de ópera do país, e o dispêndio de uma verba tão elevada como a que está por detrás de um espectáculo destes, para que tão poucos se alegrem com isso.
Entrei na sala sem grandes expectativas e de lá saí , no intervalo, ponderando se valeria a pena assistir à segunda parte. Decidi que sim e resisti, estóica, até ao fim!
Eu adoro ópera , embora não possa dizer que sou especialista na matéria, e gosto igualmente de coisas novas. Sou feliz quando, mesmo não compreendendo racionalmente uma obra, consigo tirar dela uma sensação, quando ela me abre mais uma porta da imaginação. Não posso excluír o espectáculo " Das Märchen" desse grupo de obras, no entanto, também não posso dizer que não me aborreceu, a certa altura...
A encenação é, na minha opinião, o melhor do espectáculo. A música é o pior : suportável durante as primeiras duas horas e depois, se não se quiser enlouquecer, o melhor é saír, ou abstraír-se, para poder aproveitar o restante espectáculo, cheio de cantores, actores , bailarinos, acrobatas, cenário, figurinos adereços e iluminação...!
Ainda assim, que me desculpem os apreciadores (porque os há, embora, segundo o que pude deduzir da quantidade de gente que resistiu até ao final da récita, não sejam muitos...), mas penso que não se justifica a subida de tal obra à cena do único teatro de ópera do país, e o dispêndio de uma verba tão elevada como a que está por detrás de um espectáculo destes, para que tão poucos se alegrem com isso.
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Das Marchen emmanuel nunes sao carlos ópera
domingo, 18 de novembro de 2007
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